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Jeffrey Kaplan, para a Orion Magazine.
(http://www.orionmagazine.org/index.php/articles/article/2962/)

James J. Davis, secretário do Trabalho dos EUA, em 1927: “a indústria têxtil do país pode produzir em 6 meses toda a roupa necessária aos norteamericanos para 1 ano” e 14% das fábricas de calçados podem produzir todos os sapatos necessários (entrevista à revista Nation’s Business). A publicação segue, tomando como base 1927: “toda a necessidade mundial pode ser suprida com três dias de trabalho por semana”.

John Edgerton, presidente da Associação Norteamericana de Fabricantes: “Sou contra tudo que possa reduzir a importância do trabalho. A ênfase deve ser posta no trabalho – mais trabalho e trabalho melhor. Nada alimenta mais o radicalismo do que o ócio”.

Charles Kettering, diretor da General Motors Research, em 1929: necessidade de mudança estratégica na indústria: preencher necessidades humanas básicas para criar novas necessidades (artigo Keep the Consumer Dissatisfied).

Em 2005, a despesa residencial per capita já era 12 vezes maior do que em 1929. A despesa com bens duráveis, 32 vezes maior. Em 2000, o casal médio com filhos trabalhava quase 500 horas a mais por ano do que em 1979.

One Comment

  1. Isso me faz lembrar o chavão de que se criam dificuldades para a venda de facilidades. E se provocam brigas terríveis por causa delas. Dia desses, eu conversava com um colega e dizia que, não faz muito tempo, vivíamos (e muito bem) sem um monte de facilidades: celular, computador, internet, MP3, iPod, Twitter… E éramos todos mais humanos, inclusive nos defeitos. Hoje, tudo isso ficou indispensável.

    Como dizia Charles Chaplin, no filme ‘O Grande Ditador’, há 70 anos: “Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido”.

    Abraço!


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