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O hilariante ocaso daquela que já foi a maior revista do país.

3 Comments

  1. A maioria das pessoas nem desconfia de que, para manter seu volume de anúncios, jornais e revistas precisam comprovar tiragem e total de assinaturas. Isso vale, você sabe, para conseguir publicidade governamental, uma grande fonte de financiamento para a mídia.

    Há uns dez dias, eu estava voltando de Campinas para Santos, a serviço. Vi um anúncio da Veja num restaurante à beira da estrada e, não me lembro por que, dei risada. O motorista me perguntou se eu não gostava da revista. “Não”, respondi. “É que eu sou assinante”, devolveu ele. “Ué, mas você ganha uma miséria! Como é que assina a Veja?”, me assustei. “Não, eu recebo de graça. É por um ano. Depois, seu eu quiser, renovo por mais um, mas aí eu pago. Acho que não vou renovar, não”. E me tranquilizei — duplamente.

  2. Quem diria, hein? Cada vez mais a credibilidade da revista cai.
    E mandaram o colunista embora. Agora, vai ver ele não tem mais utilidade. Mas o outro continua lá. E o outro, e o outro…
    Por falar nisso, tem assistido ao Roda Viva?

    • Assisti ao do Zé Dirceu e morri de rir, quase acreditei que ele é inocente de tudo. Reduzir despesas = entrevistadores desqualificados = entrevistado deita e rola.


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