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Monthly Archives: março 2014

2010.

Mantida prisão de PMs envolvidos na morte do filho de Cissa Guimarães
A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Auditoria da Justiça Militar do Rio de Janeiro, indeferiu o pedido da defesa e manteve a prisão preventiva dos PMs Marcelo José Leal Martins e Marcelo de Souza Bigon, acusados de corrupção passiva, falsidade ideológica e de descumprimento de missão.

Segundo a denúncia, eles teriam cobrado R$ 10 mil de propina para liberar o motorista Rafael Bussamra, que atropelou o músico Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, na madrugada do dia 20 de julho, na Zona Sul do RJ.

Para a juíza, a liberdade dos acusados traria descrédito às instituições públicas, uma vez que os crimes foram praticados por quem deveria proteger a população.

2014.

Juíza manda soltar policiais que arrastaram mulher
A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros –titular da Auditoria da Justiça Militar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro– concedeu na tarde de hoje a liberdade provisória aos três policiais militares flagrados em imagens arrastando a auxiliar de serviços gerais Cláudia Ferreira da Silva, 38, no último domingo, por ruas da zona norte do Rio.

A magistrada diz que a decisão se deve à “ausência de peças técnicas da causa mortis da vítima, bem como da constatação de outras eventuais lesões”.

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Ao final de 2013, a Rede Globo dava sinais do esgotamento de Joaquim Barbosa, veiculando no JN um manifesto assinado por 150 pessoas, a maioria, petistas.

Como de hábito, a emissora seguia a direção do vento, que começava a soprar contra a nau de Barbosa. Meses antes da nota no JN, O Globo publicara coluna de Élio Gaspari onde este afirmava que o ministro do Supremo “deveria pedir desculpas ao seu colega Ricardo Lewandowski, diante das câmeras, na corte”. Entre outras lembranças, Gaspari mencionava que Barbosa certa vez chamara de “palhaço” um jornalista que lhe fizera uma pergunta, mandando-o “chafurdar no lixo”.

Eis que, antecedendo o Carnaval, o Estadão encarregou o “palhaço”, um ano após a ofensa, de analisar a sessão que derrubou a tese de formação de quadrilha na AP470. O jornalista foi taxativo: ao arrepio da lei, a pena para os condenados pelo crime de formação de quadrilha no julgamento do mensalão foi calculada, por ele, Barbosa, para evitar a prescrição.

E em meio à folia, A Folha de S. Paulo, com certo tom de incredulidade, critica a admissão de que as penas foram aumentadas artificialmente para atingir os réus.

Foi necessária quase uma década para que as nuvens sobre o ‘mensalão’ começassem, enfim, a se dissipar. Bem-vindo à forca, JB. Que a imprensa prossiga sua busca por um novo caçador de marajás.