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Crise, mais uma, em tempos de economia globalizada. Uma classe dirigente preocupada com o alto custo de seus trabalhadores, causa direta da perda de sua competitividade internacional.

manchetes

África, continente devastado por 5 séculos de colonialismo. A Líbia devolve às praias italianas o produto de sua pilhagem. O Congo, matéria-prima para toda futilidade contida em nossos celulares. Mali, Costa do Marfim, tragados pela indústria do chocolate. Síria e Iraque, vítimas das revoluções fabricadas pela OTAN, do Estado Islâmico made in USA.

Capitalismo, uma cajadada, dois coelhos: pela força das armas, barateia-se matéria-prima e aumenta-se a oferta de mão de obra pelo mundo globalizado.

Subitamente, um foto molda as consciências. A imagem do menino branco, em trajes ocidentais, morto numa praia grega, toca o coração dos consumidores de notícia brancos, ocidentais. Não lhes importa as crianças que morrem assassinadas na esquina ou outras 19 mil que morrem de fome todos os dias. O drama secular dos refugiados ganha, enfim, os holofotes da opinião pública. A mídia e o eterno reflexo condicionado.

boavontade

Num passe de mágica, a Europa se sensibiliza e abre as portas aos imigrantes. Emerge das sombras uma ONG da qual nunca se ouviu falar, mas que envolve 150 países e movimenta algumas centenas de milhões de dólares. Talvez isto ajude a elucidar como uma migrante da Eritreia, onde a renda per capita não passa de US$ 200, consegue 7 mil euros para chegar à costa líbia.

Debaixo do sol/ não há nada novo/ não seja bobo/ meu rapaz.

Made for minds.

germa

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