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Ato 1:  o maior banco do continente injeta R$ 7,75 milhões na campanha da candidata a presidente, usando recursos de seus tentáculos: leasing, previdência, seguros.

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Na vaquinha eleitoral entram também bancos menos conhecidos, mas que igualmente se beneficiam da política econômica rentista adotada pelos sucessivos governos brasileiros: BTG Pactual, Itaú, Safra.

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Ato 2: a candidata, agora presidente, entrega a um dos diretores desse grande banco a Fazenda, ministério em que o mesmo já trabalhara em governos anteriores.

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Ato 3: no comando da economia nacional, o diretor do grande banco entoa a cantiga do ajuste fiscal: corta o investimento público, o crédito, aumenta impostos, eleva os juros. Em seus 12 meses de Fazenda, a arrecadação federal cai, o desemprego e a inflação aumentam, o país mergulha de cabeça na crise.

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Ato 4: Estrago feito, o diretor do grande banco deixa o governo. E, ao invés de críticas, recebe a diretoria do Banco Mundial. ‘Ao pó voltarás’, já que constavam em seu currículo passagens por BID e FMI. Afinal, apesar dos milhões de desempregados, da perda do poder de compra do trabalhador e da competitividade do país, o grande banco e todos os outros que ajudaram a candidata a se eleger estão mais prósperos do que nunca. Missão cumprida.

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